A Estratégia é focar na Prevenção e Promoção de Saúde
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a parcela idosa (60+) corresponde a 15,1% da população brasileira, ante 11,3% há dez anos. O crescimento também aconteceu na saúde suplementar: entre 2013 e 2023, o total de beneficiários com 60 anos ou mais passou de 5,7 milhões para 7,3 milhões, alta de 28%. O maior crescimento foi na faixa de 80 anos, 33,5%.
A antecipação de consultas e exames é uma das estratégias pensadas para desafogar o setor.
Quanto mais as pessoas envelhecem, mais elas utilizam o plano de saúde. A lógica é antecipar os atendimentos, consultas e exames e promover os serviços de saúde aos mais jovens para reduzir os custos.
A busca ativa por jovens e os serviços de prevenção e acompanhamento dos pacientes serão decisivos para as operadoras se manterem de pé sem prejuízos altos.
A saúde suplementar brasileira passa por um momento muito difícil financeiramente. Nós observamos nos balanços semestrais as grandes operadoras já em queda franca. Os idosos demandam hoje altos custos dos planos de saúde pela necessidade de procedimentos de alta complexidade e longa permanência de internação em unidades de terapia intensiva. Passou a ser urgente inovar nas estratégias e trazermos novos gestores ao mercado.
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